quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Maçã

Quando eu era criança, eu ganhei uma maçã de borracha.

Sabe, né, criança com dente crescendo tem que morder borracha etc.

Era essa aí






Eu guardo a maçã até hoje (lembrancinha! não me pergunte).

O bacana foi quando eu vi a mesma vendendo uma vez.

Numa pet shop.

É.

...

Rotina de Sono no Horário de Verão


  1. Vai dormir tarde porque mudou o horário e o sono não veio quando devia.
  2. Acorda cansado porque dormiu pouco.
  3. Sem sono na hora de dormir (calor pra caramba)
  4. Vai dormir quando dá sono (tarde)
  5. Acorda cansado porque dormiu pouco
  6. Repita até o organismo se acostumar com o novo horário
  7. Acaba o horário de verão
  8. Xingue Ben Franklin e todos os seus descendentes

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Paint x Photoshop

Uma vez um colega de fórum disse algo assim: "eu separo a minha vida em dois períodos: Antes do Photoshop e Depois do Photoshop".

Eu tava pensando no Photoshop esses dias.
Eu sou péssimo em usá-lo, hahaha. Mas eu mando bem no Paint, até onde dá pra mandar.

"Ah, mas você não quer comparar o PS com o simplório Paint, quer? São completamente diferentes." 

Sim, eu sei, são diferentes pra caramba. Mas fazer o que? Eu manejo o Paint melhor que o PS. E vem cá, ele funciona muito melhor pra fazer tarefas simples, como os velhos bonecos de rabisco (de palito eu não faço) ou simples sobreposições, colagens, etc.

Dá pra fazer tudo isso no Photoshop? Claro que dá! Mas há mesmo necessidade?

Eu me peguei comparando o Photoshop ao Paint. É fiz uma analogia como facas. 

O Photoshop é um canivete suíço: bonito, versátil, pode fazer muita coisa. Custou caro! Você gosta dele, quer usar, quer mostrar que tem. Cria até uma estima por ele. Não sai de casa sem. E vai por aí.

O simples Paint é uma faca de cozinha. Não tão versátil quanto o canivete, mas serve para alguma coisa.

E é aí que eu quero chegar.

Você normalmente não corta rocambole com o canivete suíço.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cup Noodles e Headphones

Tomar Cup Noodles de headphone: 

No que você vai dar Aquela Golada Final, o headphone cai pra trás arruinando toda a experiência. 

Aiai.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Coletânea de sub-pensamentos nº 37


  1. Heaven Dollar (mais um da série: eu acho que daria um bom nome de banda)
  2. Esqueci o guarda-chuva. Mas e se chover? Ah, é só carregar o save.
  3. Era um cachorro com quatro patas e cabeça de cachorro
  4. Minha música favorita da Red Hot Chili Peppers é aquela dos Foo Fighters
  5. Espero que essa tomada goste de rotina
  6. Sindigado dos delecatos
  7. Meu pai não acha o maço de cigarros dele, vou ligar para o maço.
  8. Eu preciso muito mastigar um papel (flashback da infância)
  9. Calça Jynx
  10. É pedir demais que as pessoas saibam de tudo? (É)
  11. Sabonete Antiaderente

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Necessidades

Aquele momento em que eu noto que eu falo "preciso mijar" exatamente do jeito que eu falo "preciso-me já".

Fazer as suas necessidades é um ato de amor próprio.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sonho do Simulado

Um sonho pra variar...

Eu estava numa sala de aula. Era uma sala de aula grande, parecida com aquelas em que eu estudei no Ensino Médio, só que maior e melhor iluminada (apesar de mais fria).

Olhando pra lá e pra cá, eu percebo que estão ali vários colegas com quem eu já estudei, do primeiro ao terceiro ano.

Em que ano eu estou? Não consigo saber. Eu estudei com aquela menina no segundo ano, mas com aquela no primeiro. Aquele ali estava no terceiro, não lembro dele no primeiro.
Uma pena que de todos esses colegas, não tenha nenhum com quem eu tenha um pouco mais de intimidade.

No fundo da sala, encontrei uma colega que fez o primeiro ano comigo. Ela era uma das mais inteligentes da sala, etc. Talvez ela pudesse me dar uma luz. Ela repassava uma matéria de história. A inquisição. A inquisição de Kozilek.

"Fulana", comecei, "o que está acontecendo?"
"Você não sabe, Marcelo? Vai ter um simulado daqui a pouco."

Ué, eu não lembro de ter ouvido falar de simulado. Não estou nem um pouco pronto. De repente, os colegas saem todos da sala, eu fico lá sentado por um minuto, meio desorientado.

Quando decido sair da sala, me vejo descendo escadas, escadas e mais escadas. Será que esse colégio tem aulas no subsolo? Não pode ser, isso não deve ser permitido, eu acho.

Descendo, descendo, nem sei pra onde estou descendo, só continuo descendo. Quatro, cinco escadas, não sei. Até que me encontro com um rapaz também descendo as escadas.

"Cara, pra onde você está indo?" pergunto.
"Pro simulado dos terceiros anos"
"Ah. Será que eu posso te seguir? Não sei onde é."
"Claro."

Bom, ao menos sei que estou no terceiro ano, afinal.

Encontrei a sala, o cara descedor de escada tão logo entrou na sala e já encontrou o seu lugar. Estranhei que essa sala era exatamente igual à outra, talvez menos iluminada por ter cortinas que a de cima não tinha, mas rigorosamente igual, como deve ser normal em escolas.

Percebi que o meu lugar deveria ser na frente de outra colega do primeiro ano (que ao contrário da estudante de história, era meio burrinha), mas aparentemente a minha carteira estava faltando. Então peguei qualquer uma e pedi pra menina se espremer um pouco para trás para que eu pudesse instalar a minha carteira no local. Logo depois, a professora mandou sentar e começou a passar uma lista.

Só que essa professora me deu aula na quarta série. O que ela está fazendo aqui, aplicando um simulado do terceiro do ensino médio? Ah, não vou tentar entender.

"Marcelo," a prof começou, pedagogicamente, "poderia resumir rapidamente qual é o foco do seu grupo de trabalho?"
"Mas heim?" eu não lembrava de nenhum trabalho.
"O trabalho em grupo das aulas de informática" explicou, secamente.
"Eu não lembro."

A professora fez cara de indignação. "Como assim, não lembra? Você só tirou noves e dez nessa matéria, e você não lembra o que fez?"
"Não é bem assim, professora," tentei explicar, "é que eu não tenho certeza se o trabalho que eu estou pensando é o desse ano ou o do ano passado."
"Que trabalho você está pensando?"
"Turn On Eventos," eu disse. Tem cara de coisa do Fernando, "é uma empresa de lazer e turismo".
"É essa mesmo, você poderia resumir o foco do grupo?"
"Eu não lembro..."
"Como, não lembra?" e me mostrou a caderneta com as minhas notas anotadas, em matérias que eu nem sabia que tinha participado - "Você só tirou notas boas e não se lembra de nada?", começando a ficar nervosa.
"Acho que depois das férias eu esqueci tudo."

...



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Calças

Você joga suas calças na cadeira como quem não quer nada e logo elas estão lá te encarando maliciosamente.

E você sem calças.


Eu, heim

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Coletânea de sub-pensamentos nº 36

  1. Joe the Voyager (da série: daria um bom nome de banda)
  2. Laranjada Gelo e Limão
  3. Nada como começar o dia acordando
  4. Requisito um gole de anonimato
  5. Melhor não deixar a portinhola [do relógio de parede] aberta. Vai que o tempo voa...
  6. Redondo é um quadrado normal.
  7. Água, luz e escroto
  8. Uma longa dose de pirulitos.
  9. Quem ligou o meu computador? Espero que tenha sido eu
  10. To com tanta preguiça que eu devia ser preso
  11. Não é uma merda quando você ta comendo ciência e o pacote estoura?
  12. Zero. Sub-Zero.
    ,

domingo, 18 de agosto de 2013

Perry Hotter

Primeiramente, Perry e não Parry por motivos de: o primeiro é um nome e o segundo é um verbo.
Segundo: Non-Profit Parody

Perry Hotter e a Pefal Filosofedra
Perry Hotter e a Câmetra Secrera
Perry Hotter e o Prisionan de Azkabeiro
Perry Hotter e o Cálofo de Fálice
Perry Hotter e a Ordênix da Fedem
Perry Hotter e o Enígce do Príncima
Perry Hotter e as Relíquortes da Mortícia

Tchau