sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Motoboy


Certa vez eu contei sobre um certo motoboy que, assim como muita gente, acreditava, por causa da minha aparência, que eu era músico.

Esse motoboy reclamava às vezes que a vida dele era meio corrida, o trabalho perigoso, ele fazia faculdade à noite e estava noivo, prestes a casar.

Não me aprofundei muito mais sobre a vida dele porque eu sou meio desligado dos problemas dos outros (a menos que me paguem por isso, mas aí é outra história) mas o que eu sei é que apesar de tudo, ele era muito gente boa. Simpático, vinha trazer a papelada sempre sorrindo, cumprimentava todo mundo. Uma vez me pediu um real emprestado pra comprar um sorvete, e me pagou no outro dia mesmo eu dizendo que era "de presente".

Bom, de qualquer jeito, a vida continua e as marés passam etc, ele se demitiu daquele escritório por motivos pessoais. Não nos avisou nem nada, acredito que ele não tenha julgado necessário.

A princípio, não reparei muito no motoboy que vinha no lugar dele, pois às vezes a empresa contratava mais motoboys em dias mais agitados, e ele não vinha pro nosso escritório.


O seu substituto definitivo é exatamente o oposto... reclamão, não sorri nem cumprimenta. Vive reclamando do serviço.

Outro dia, ainda nessa semana, ele apareceu lá no escritório.
Aquele sorriso aberto, cumprimentando todo mundo.

Eu fiquei meio sem graça de não lembrar o nome dele (ainda não lembro).
Ele trocou uma ideia com a minha mãe, que parecia se lembrar mais dele do que eu, e comprou o bom e velho sorvetinho de um real que ele tanto gostava.

Não ficou mais de dez minutos, foi embora, o capacete em mãos, aparentemente agora com um novo serviço.

Eu já disse que ainda não lembro o nome dele. Eduardo, Leonardo? Pode ser qualquer coisa.
O fato é que, depois de tanto tempo sem ver um simples colega que nada mais fazia do que trazer papéis e ser simpático, eu senti como se estivesse encontrando um velho amigo.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Pedra



- Esse ponto aqui, embaixo do meu olho direito.
- Que que tem?
- Dói. Há bastante tempo.
- Por que?
- Um dia, quando eu era criança, eu tava deitado brincando com uma pedra. Aí pedra caiu.
- ...por que você tava brincando com uma pedra?
- Minha imaginação era muito fértil


Marymon

Eu tinha um Digimon
Que se chamava Agumon
Um dia fiquei neuvosor
E evolui o Agumon

Greymon. Greymon
Tinha cara de babaca
Greymon, Greymon
Solta fogo quando ataca

Eu tinha um Digimon
Que se chamava Greymon
Um dia fiquei neuvosor
E evolui Greymon

MetalGreymon. MetalGreymon
Tinha cara de careta
MetalGreymon. MetalGreymon
Soltava míssil pela teta

Eu tinha um Digimon
Que se chamava MetalGreymon
Um dia fiquei neuvosor
E evolui MetalGreymon


WarGreymon, WarGreymon
Fundia com MetalGaruru
WarGreymon, WarGreymon
Omnimon é louco afuuuu

(Terminei assim pra evitar palavrão. Julguem.)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Roupa de Ano Novo


Só resolvi escrever um post agora depois de raciocinar um pouco sobre um compartilhamento no Facebook que dizia: Usar roupa branca não vai mudar nada em seu 2013.

Olha, eu não sou supersticioso e realmente acho que não vai mudar nada. Mas existem duas coisas conhecidas pelos nomes de: Senso Comum e Chatice Humana.

 Pois é, você pode usar a cor de camiseta que você quiser no ano-novo, é verdade que não vai mudar nada. Mas o pessoal que estiver na festa MUITO PROVAVELMENTE vai te aporrinhar.

Então, pra que perder tempo escutando comentários idiotas e dando explicações idiotas sobre como é tudo uma superstição idiota?

Bota logo o branco e pronto. :)

Feliz ano novo, everyone.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Pesadelo do Banheiro

Noite passada eu tive um pesadelo bizarro em que o meu banheiro era assombrado.

Não é a primeira vez que eu sonho com fantasmas, mas é a primeira que eu sonho com eles na minha casa (porque especificamente no banheiro, eu não sei. Mas de fato foi agonizante porque o banheiro fica ao lado do meu quarto.)

Em todas as vezes que eu sonhei com fantasmas, havia um ponto em comum: eu conseguia exorcizá-los ou expulsá-los, sem traços de religião ou ocultismo, mas para isso era necessário resistir à presença do mesmo e travar uma "guerra de nervos" .

É meio difícil explicar as sensações de um sonho, mas sempre que eu enfrento um fantasma me bate uma mistura de medo com impotência e muita, mas muita agonia.

As memórias do sonho estão um pouco nebulosas agora, mas eu consigo me lembrar de alguns detalhes: a princípio, eu estava hospedando o K-2 em casa, e foi ele que viu o primeiro fantasma.

"Cara, tem alguma coisa errada no seu banheiro."

Fomos ver juntos, e no intuito de enfrentar surgiu o primeiro fantasma. Era como se fosse um homem alto (mais que o K-2) e com ombros e braços largos; a atmosfera que ele criou no banheiro foi de uma pressão negativa tão forte que não conseguíamos levantar as nossas cabeças, por isso não pude ver o rosto dele.

Ele conseguiu nos vencer duas vezes, mas depois de algum conflito psicológico ele acabou indo embora.

Não muito tempo depois, o Capelo apareceu em casa, aparentemente uma visita esperada.

Após alguns momentos, eu estava andando de volta ao meu quarto quando vi claramente na porta do banheiro o Capelo enfrentando um fantasma por conta própria. Esse eu consegui (INFELIZMENTE) visualizar por completo: era o fantasma de uma menina, de altura média, cabelos pouco mais longos que os ombros, trajava uma "camisola fantasmal" e não tinha olhos. Na verdade não tinha rosto: no lugar disso uma espécie de boca, só que com abertura na vertical, e com dentes gigantes e pontudos saindo pra fora. Realmente horrível.

O Capelo conseguia manter uma pressão equivalente contra essa fantasma (aparentemente de nós ele é o que tinha a maior, ao menos no sonho, sensibilidade paranormal). Eu fiquei aterrorizado pelo rosto dela, mas acabei indo dar uma força pro Capelo e ela se foi.

O terceiro fantasma que eu me lembro era invísivel, mesmo. Ele causava pressão no banheiro e por vezes rajadas de vento. Essa pressão sugava as minhas esperanças, e por algum motivo eu tinha no meu bolso uma taxa (É, uma TAXA) impressa em folha sulfite que continha uma fórmula mágica escrita à mão no rodapé (era a minha letra): Numak Samanda Bodanan Avila Uken Sowaka. (Pra quem não sabe, é o mantra do Shurato). O efeito do mantra foi, infelizmente, zero.

Eis que por algum motivo eu imploro por uma ajuda do meu Anjo da Guarda. Eu nunca acreditei muito nesse tipo de coisa, mas no sonho eu não tinha mais esperança nenhuma e tive que invocar por alguma coisa. Além do que, eu devo ter criado uma lógica: se existem fantasmas, também devem existir anjos.

E ele (ela?) realmente apareceu. Como se o banheiro na verdade fosse maior do que realmente é, o meu Anjo da Guarda apareceu como que andando calmamente de um longo corredor. Ele tinha a aparência de uma adolescente (olha só) de pele parda e cabelos ondulados (na altura dos ombros também). Tinha um par de asas. Quando ele chegou, estava tudo bem. A atmosfera do anjo neutralizava a do fantasma, fazendo sentir calor e a agonia ia embora. Só que a essa altura do sonho, eu acabei acordando, cansado e suado.

Demorei alguns minutos para tentar pegar no sono de novo, e quando consegui, quase voltei para o mesmo sonho...

PS: Meu anjo da guarda se parece a Majestade da Ilha-Rá-Tim-Bum (só que mais velha). Mais ou menos assim:





domingo, 25 de novembro de 2012

Sonho do Motoqueiro

Essa noite eu sonhei que eu estava andando de carona com um motoqueiro. 
 Aí a moto parou porque ele estava dormindo. 
Eu briguei com ele "porque que tipo de pessoa pilota uma moto dormindo ainda mais com garupa" ele brigou de volta dizendo "você não sabe de nada".

Aí eu voltei pra casa em cima de um caminhão e meu quarto estava cheio de buldogues.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Blazer Novo do Alan

Qjn: Cara por que você comprou um blazer?
Alan: Casamento.
Qjn: Vai casar, cara?
Alan: É.
Qjn: Com a Yukio?
Alan: Não. Com você.

-Q

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

MANO DO CÉU

Voltando pra casa passei na frente de uma igreja evangélica e escutei isso.





Como assim? Um mantra macabro?

Maluuuco

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Problemas com Fones

Um dia a entrada de fone do meu celular parou de funcionar.

Sim, eu tenho certeza que foi a entrada do fone porque testei outros fones no celular e testei o fone do celular em outros aparelhos.

Fiquei cabisbaixo com o ocorrido, porém voltei a usar meu velho MP3 (que não sei ao certo se está avariado ou se é naturalmente tosco, mas o fato é que a qualidade do som é horrível)

O meu é igualzinho porém prateado. Note a propaganda enganosa (o visor é monocolorido e não essa maravilha de Google)

Ora, e não é que em menos de uma semana a entrada de fone do meu celular voltou a funcionar?

Isso é um fenômeno que só pode ser sobrenatural que eu costumo chamar de Tecnociúme.

É isso, tchau

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ovelha Na Cidade Grande

Hoje, voltando pra casa, passei por um bar humilde na rua de trás e sentados numa mesinha tinha uma família com seu mascote no chão, o que a princípio eu identifiquei como um cachorro. Porém era uma ovelha. Olhei pra trás para confirmar e sim ERA UMA OVELHA. Com coleira e tudo, como assim?

Reações:

K-2: 
"Mano... nunca mais vou reclamar quando disserem que ABC é interior."

Pato:
"Mano, tem foto disso?"

Fernando:
"AH MANO, SÉRIO? ZUOU NÉ?"

Dry-dry:
"Como assim uma ovelha? Desde quando as pessoas têm ovelhas de estimação? o.o"

Contriller: SHEEP NA F0)&^)0 CIDADE GRANDE, P0##4

Interessante notar como a maioria dos meus amigos começa a frase com "Mano"